Pois, é, este é o nosso blog, o sítio onde falamos sem papas na língua, à boca cheia, onde servimos entradas a pés juntos e onde desabafamos à mesa. Entrem e sintam-se à vontade para comentar, petiscar, fazer sugestões ao chefe e mandar bocas!
Ementra
ementra
OVO A CAVALO
Ovos no forno, montados em cogumelos portobello salteados com pancetta. Saem do forno com brie gratinado e chegam acompanhados por uma torrada especial de corrida.
A MENINA QUER?
Não dava mesmo para evitar fazer esta graçola. Porque se os reis tinham cognome, a alheira, em bom português, tem co-graçola. Ainda mais quando é mexida e remexida com ovos mal passados, no ponto certo para não destoar. A menina, gente fina e bem educada, também não resiste a provar esta entrada (a rima é para disfarçar o brejeiro).
CAMARÃO DE VOZ GROSSA
Se pudesse falar, este camarão grande dava três “vivas” em voz grossa quando o pomos na frigideira a saltear com alho, vinho branco, limão, colorau e picante.
KÁTIA VANESSA
É um nome estranho, o que não é necessariamente mau. É um pouco como os cogumelos que fomos misturar e saltear na frigideira com linguiça: ele é pleurotos, portobellos e cogumelos de paris – nomes estranhos para dizer com água na boca.
DIZ-QUE-ANDAM-ENROLADOS
“Disque” a beringela e o presunto andam enrolados. Nós cá não somos de intrigas, mas sabemos de fonte segura que no meio do enrolanço está um delicioso pedaço de queijo fresco com ervas aromáticas, uma história de amor como nunca se viu.
CALA MÁRIOS
Mesmo que o seu nome não seja Mário, pode ter a certeza que não vai falar muito (pelo menos as nossas mãezinhas ensinaram que não se fala de boca cheia). Uma delícia de comer e chorar por mais, estes anéis de lula fritos com molho tártaro.
BACALHAU À MI
Se fosse igual aos outros era à Minhota, mas como em vez de fritar preferimos cozinhar em lume brando, neste bacalhau deixámos a cebolada, o ovo picado e a batata frita à inglesa. Cortámos na tradição mas fizemos crescer água na boca.
POLVO À CAIS-DO-SODRÉ
Filetes de polvo crocantes honradamente acompanhados de migas de broa e grelos e uma salada daquelas que fazemos em casa.
CURURUCA-QUE-COROU
Podíamos chamar-lhe corvina mas achamos muito mais divertido chamar-lhe o nome que tem no Brasil. Malandrinho como deve ser, este arroz de cururuca é tudo de bom: simples, apetitoso e bem apurado, com lombinhos generosos corados na frigideira.
OH CHEFE!
Há muito que esperávamos o momento certo para dar aos nossos comensais um motivo para dizer “oh chefe” em tom de marisqueira. O momento chegou com esta açorda de gambas divinal, feita com caldo de marisco à séria, cheia de coentros e outras coisas boas.
CONSOLO NO CACHAÇO
O frio lá fora pede conforto, por isso temos ali na cozinha um tacho com um cachaço de porco guisado em lume brando, acompanhado de espargos salteados e puré de maçã e aipo. Se quiser também arranjamos uma mantinha, mas temos dúvidas que vá precisar.
AH LEÃO
Um bife de gente grande, cozinhado ao ponto, com tiras de presunto e molho de cerveja. É um bife tão à séria que é, claro, servido com batatas fritas caseiras.
FIZEMOS-LHE A CAMA
Andava para aí um pato todo emproado e fizemos-lhe a cama. Desfiado e estufadinho com alho francês, como deve ser, numa caixa de massa folhada que vai ao forno até estalar. Faz tremer os joelhos, mas asseguramos que não é de medo.
AI JESUS
O nosso bolo de chocolate denso e achatado devia ser ilegal. E para o tornar ainda mais decadente juntámos molho de laranja e gelado de baunilha.
NEWTON
Esta sobremesa é tudo menos um quebra-cabeças: uma tarte de maçã caseira, com puré e maçã laminada, acompanhada de uma bola de gelado.
O PADRINHO
Um tiramisú cremoso, feito com café acabado de tirar e com o cacau mais puro que conseguimos descobrir. Até estamos com um certo receio que os italianos descubram que o fazemos tão bem e nos venham cá dar uma lição.
PÕE-TE AQUI À MINHA BEIRA
Mousse de requeijão, espessa e aveludada, vem para a mesa colorida com um doce de abóbora caseiro que mais parece o da avó Preciosa.
CHAMAVA-LHE UM FIGUINHO
O nosso conselho é que não se distraia quando pedir esta sobremesa. Senão quando der por si, o vizinho do lado já lhe chamou um figuinho. É que esta deliciosa trouxa de massa filo com recheio de doce de figo tira qualquer um do sério.
RAINHA ISABEL
Se até aqui não sabia, vai perceber porque é que a Rainha de Inglaterra está sempre com um sorriso: é o segredo (até aqui bem guardado) do maravilhoso crumble de maçã, nozes e passas com uma bola de gelado de baunilha. Sem se dar conta, vai estar a acenar por mais.
BOLO DE QUEIJO COMO DIZEM OS AMERICANOS
É suave, é cremoso, vem de braço dado com uma compota jeitosa. É cheesecake.
Ementra
ementra
OVO A CAVALO
Ovos no forno, montados em cogumelos portobello salteados com pancetta. Saem do forno com brie gratinado e chegam acompanhados por uma torrada especial de corrida.
A MENINA QUER?
Não dava mesmo para evitar fazer esta graçola. Porque se os reis tinham cognome, a alheira, em bom português, tem co-graçola. Ainda mais quando é mexida e remexida com ovos mal passados, no ponto certo para não destoar. A menina, gente fina e bem educada, também não resiste a provar esta entrada (a rima é para disfarçar o brejeiro).
CAMARÃO DE VOZ GROSSA
Se pudesse falar, este camarão grande dava três “vivas” em voz grossa quando o pomos na frigideira a saltear com alho, vinho branco, limão, colorau e picante.
KÁTIA VANESSA
É um nome estranho, o que não é necessariamente mau. É um pouco como os cogumelos que fomos misturar e saltear na frigideira com linguiça: ele é pleurotos, portobellos e cogumelos de paris – nomes estranhos para dizer com água na boca.
DIZ-QUE-ANDAM-ENROLADOS
“Disque” a beringela e o presunto andam enrolados. Nós cá não somos de intrigas, mas sabemos de fonte segura que no meio do enrolanço está um delicioso pedaço de queijo fresco com ervas aromáticas, uma história de amor como nunca se viu.
CALA MÁRIOS
Mesmo que o seu nome não seja Mário, pode ter a certeza que não vai falar muito (pelo menos as nossas mãezinhas ensinaram que não se fala de boca cheia). Uma delícia de comer e chorar por mais, estes anéis de lula fritos com molho tártaro.
BACALHAU À MI
Se fosse igual aos outros era à Minhota, mas como em vez de fritar preferimos cozinhar em lume brando, neste bacalhau deixámos a cebolada, o ovo picado e a batata frita à inglesa. Cortámos na tradição mas fizemos crescer água na boca.
POLVO À CAIS-DO-SODRÉ
Filetes de polvo crocantes honradamente acompanhados de migas de broa e grelos e uma salada daquelas que fazemos em casa.
CURURUCA-QUE-COROU
Podíamos chamar-lhe corvina mas achamos muito mais divertido chamar-lhe o nome que tem no Brasil. Malandrinho como deve ser, este arroz de cururuca é tudo de bom: simples, apetitoso e bem apurado, com lombinhos generosos corados na frigideira.
OH CHEFE!
Há muito que esperávamos o momento certo para dar aos nossos comensais um motivo para dizer “oh chefe” em tom de marisqueira. O momento chegou com esta açorda de gambas divinal, feita com caldo de marisco à séria, cheia de coentros e outras coisas boas.
CONSOLO NO CACHAÇO
O frio lá fora pede conforto, por isso temos ali na cozinha um tacho com um cachaço de porco guisado em lume brando, acompanhado de espargos salteados e puré de maçã e aipo. Se quiser também arranjamos uma mantinha, mas temos dúvidas que vá precisar.
AH LEÃO
Um bife de gente grande, cozinhado ao ponto, com tiras de presunto e molho de cerveja. É um bife tão à séria que é, claro, servido com batatas fritas caseiras.
FIZEMOS-LHE A CAMA
Andava para aí um pato todo emproado e fizemos-lhe a cama. Desfiado e estufadinho com alho francês, como deve ser, numa caixa de massa folhada que vai ao forno até estalar. Faz tremer os joelhos, mas asseguramos que não é de medo.
AI JESUS
O nosso bolo de chocolate denso e achatado devia ser ilegal. E para o tornar ainda mais decadente juntámos molho de laranja e gelado de baunilha.
NEWTON
Esta sobremesa é tudo menos um quebra-cabeças: uma tarte de maçã caseira, com puré e maçã laminada, acompanhada de uma bola de gelado.
O PADRINHO
Um tiramisú cremoso, feito com café acabado de tirar e com o cacau mais puro que conseguimos descobrir. Até estamos com um certo receio que os italianos descubram que o fazemos tão bem e nos venham cá dar uma lição.
PÕE-TE AQUI À MINHA BEIRA
Mousse de requeijão, espessa e aveludada, vem para a mesa colorida com um doce de abóbora caseiro que mais parece o da avó Preciosa.
CHAMAVA-LHE UM FIGUINHO
O nosso conselho é que não se distraia quando pedir esta sobremesa. Senão quando der por si, o vizinho do lado já lhe chamou um figuinho. É que esta deliciosa trouxa de massa filo com recheio de doce de figo tira qualquer um do sério.
RAINHA ISABEL
Se até aqui não sabia, vai perceber porque é que a Rainha de Inglaterra está sempre com um sorriso: é o segredo (até aqui bem guardado) do maravilhoso crumble de maçã, nozes e passas com uma bola de gelado de baunilha. Sem se dar conta, vai estar a acenar por mais.
BOLO DE QUEIJO COMO DIZEM OS AMERICANOS
É suave, é cremoso, vem de braço dado com uma compota jeitosa. É cheesecake.